terça-feira, 2 de julho de 2013

Por que as maçãs escurecem quando cortadas?

"Quando se descasca ou se corta uma maçã, sua superfície, inicialmente branca, escurece em alguns minutos. As peras, as cerejas, e os pêssegos não escurecem, mas, pior ainda, ficam pretos. As bananas e as batatas ficam rosadas antes de escurecer. Em contrapartida, os limões e as laranjas não escurecem. Será que sua acidez os protege?
Exatamente. Se alguns frutos escurecem quando cortados, é porque a faca danifica algumas células que os compõem. liberando seu conteúdo e. sobretudo, enzimas que estavam trancadas em compartimentos especiais.
Mais precisamente, enzimas chamadas polifenolases oxidam as moléculas de polifenóis incolores dos frutos em compostos de tipo ortoquinona, que se rearranjam, sofrem uma oxidação e polimerizam em melanina colorida (a melanina é a molécula que nos faz parecer de uma bela cor bronzeada quando nos expomos ao sol).
A acidez retarda essas reações, pois limita a ação de enzimas; além disso, o ácido ascórbico dos limões e dos demais frutos da família (laranjas, tangerinas...) é um antioxidante. Duas razões pelas quais é vantajoso regar com limão a superfície dos frutos cortados para conservar sua cor original." (THIS, Hervé; 2007)

Referência:

"Um cientista na cozinha"
THIS, Hervé-São Paulo: Ática, 2007, 158p.


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Especiarias: Canela

A caneleira (Cinnamomum zeylanicum, sinônimo C. verum) é uma pequena árvore com aproximadamente 10–15 m de altura, pertencendo à família Lauraceae. É nativa do Sri Lanka no sul da Ásia. A canela é a especiaria obtida da parte interna da casca do tronco.
Durante 200 anos um monopólio altamente rentável da canela do Sri Lanka foi controlado pelos Portugueses, depois pelos Holandeses e finalmente pelos Ingleses. Perto do final do séc. XVIII, a canela já havia sido plantada em Java, na Índia e nas Seychelles e o monopólio deixou de poder manter-se por mais tempo.
Colheita: As plantações de canela do Sri Lanka situam-se nas planícies costeiras. As plantas crescem em cepos grossos, com rebentos da espessura aproximada de um polegar. Na estação das chuvas, os rebentos são cortados pela raiz e descascados. Os ceiferos trabalham com uma extraordinária perícia a fim de cortarem pedaços de córtex (parte interna da casca do tronco) tão finos como papel enrolando-os depois à mão em paus que podem atingir 1m de comprimento. As cascas enroladas são depois secas à sombra.
Partes utilizadas: As cascas enroladas e a canela moída a partir do córtex seco.
Utilizações culinárias: O sabor sutil da canela adequa-se muito bem a todo tipo de sobremesas, pães e bolos condimentados; combina particularmente bem com chocolate e com maçãs, bananas e peras. Constitui também um excelente condimento para muitos pratos de carnes e de legumes da cozinha indiana e do Médio Oriente. Combina bem com cardamomo, cravinho-da-índia, sementes de coentro, cominhos, gengibre, noz-moscada, tamarindo e cúrcuma. (NORMAN, 2004)
Referências:
“ervas aromáticas e especiarias”
NORMAN, Jill-Civilização, Porto, 2004. 96p.


sábado, 29 de junho de 2013

Bolo de Aveia

Nada como um bolo de aveia para aquecer o inverno! Saudável e delicioso!

Ingredientes:

Aveia                               1 xícara

Água                                1 xícara e 1/4

Manteiga ou margarina     1 colher de sopa 

Açucar                             1 xícara e 1/2 

Ovos                                2 unidades

Trigo                                1 xícara e 1/2

Bicarbonato                      1 colher de sopa

Canela em pó                    1 colher de sopa

Sal                                    uma pitada

Modo de preparo: 

1- Colocar em uma tigela a água fervendo, a aveia e a manteiga. Descansar 20mins.
2- Após esse descanso colocar todos os ingredientes na batedeira e por último o bicarbonato.
3- Untar uma forma e assar em forno à 180ºC por 30 a 40 minutos.

Cobertura

Ingredientes:

Manteiga ou margarina        2 colheres de sopa
(em temperatura ambiente)

Creme de leite                     1/2 xícara

Baunilha                              1 colher de café

Açucar                                1/2 xícara

Coco ralado                        1/2 xícara

Modo de preparo:

Misturar tudo, colocar em cima do bolo depois de desligado o forno. Deixar no forno desligado por uns 10 minutos.


REUNIÃO DE EMERGÊNCIA

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Arte com comida





Vinagre

Aproveitando o momento vou falar um pouco sobre o vinagre!

O vinagre é conhecido há milhares de anos. Para começar, ninguém sequer tem de fazê-lo, porque ele na verdade se faz sozinho. Em qualquer lugar em que por acaso haja um pouco de açucar ou álcool esquecido, o vinagre estará a caminho. 
Os vinagres mais populares são feitos de uva (vinagre de vinho tinto ou branco), maças (vinagre de sidra), centeio ou aveia maltados (vinagre de malte) e arroz (vinagre de arroz). Todos ele retêm compostos químicos de sua matéria-prima, o que lhes dá sabores e aromas exclusivos.
Há uma sequência  de duas etapas de reações químicas: (1) o açucar é degradado em álcool etílico e gás dióxido de carbono, e (2) o álcool etílico é oxidado a ácido acético. A primeira transformação, chamada de fermentação, é o que produz vinho a partir dos açucares das uvas e inúmeras outras bebidas alcoólicas de inúmeros outros carboidratos, na presença de enzimas de levedos ou bactérias. Na segunda transformação, as bactérias conhecidas como Acetobacter aceti ajudam o álcool a reagir com o oxigênio do ar para formar ácido acético. 
A palavra vinagre na verdade vem do francês, vin agre, que significa vinho azedo.
Os vinagres comerciais estão na faixa dos 4,5% a 9% de ácido acético; os mais comuns estão em 5%. Essa é a potência mínima para a conservação dos alimentos como picles, que é um dos usos mais veneráveis do vinagre, pois a maior parte das bactérias não consegue prosperar em ácidos dessa potência ou mais fortes. Depois de cortar carne carne ou aves cruas na tábua ou bancada de acougueiro, uma boa idéia é limpá-la com uma solução desinfetante, como uma ou duas colheres de sopa de água sanitária em um litro de água. Mas a água sanitária deixa a tábua com cheiro de cloro que demora muito a sair, é muito difícil de ser eliminado. O vinagre retira esse cheiro. Enxágue a tábua com qualquer tipo de vinagre; o ácido acético que ele tem neutralizará o hipoclorito de sódio, alcalino, da água sanitária e irá acabar com o cheiro.
Para tudo o mais que você precisa saber a respeito da fabricação do vinagre, visite Vinegar Connoisseurs International em www.vinegarman.com. (WOLKE, 2003)

Referência:
" O que Einstein disse a seu cozinheiro"
WOLKE, Robert L.- Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 2003, 104p.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

"Jamais achei que ele fosse atirar"


Assistam ao vídeo na íntegra e concluam por si só quem são os vândalos. Vamos buscar informações antes de tirar conclusões de senso comum. 
Esse vídeo é para os desinformados!
MAIS AMOR, POR FAVOR!